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terça-feira, 31 de maio de 2011

DESEDUCAÇÃO ESCOLAR

Analisando a discussão que hora, está na mídia televisa sobre a educação brasileira, reflito se seria pertinente encontrarmos um sinônimo entre qualidade e quantidade. A educação brasileira, ao longo das últimas décadas,sofreu mudanças. E numa avaliação rigorosa, quiça, aos olhos de alguns, pessimista, houve um retrocesso.
Quando se propôs falar do negro, da mulher, do índio, do trabalhador e outras minorias, trouxe consequências: os poucos ricos, empregadores, empresários, agropecuaristas, políticos de carreira, estes se sentiram ameaçados. Então, o que fazer? Mexer com a educação. Mudar conceitos como: o de aprender por promover; de qualidade por quantidade; de escola por depósito de adolescentes e de professores por salvadores da pátria. Literalmente, porque somos os responsáveis em atingir uma meta do IDEB, criada por alguns, para garantir os investimentos, que não são aplicados devidamente na educação.
Filósofos, historiadores, linguístas, matemáticos, geógrafos, sociólogos, biólogos, químicos, gestores, tantos saberes reunidosna escola, tendo que "acatar" legislações de alguns iletrados que criam metas políticas e econômicas e inserem à altos preços na educação e porque não dizer na deseducação dos brasileiros.
Pensar a educação, nos remete a analisar a prática diária escolar, a escola tornou-se ambiente onde se enfretam diversos problemas, e a aprendizagem que é sua função, fica em segundo plano.
Tem-se que repensar o futuro que queremos para nossas crianças e com urgência pois o diagnóstico está pronto, o que precisa é curar a ferida.
                                                   PROFESSORA VALDIVA TAVARES.

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